Camaçari

Registrando em fotos as obras da Igreja Católica da Gleba A

Escrito por Julio Ribeiro em 10 de Fevereiro de 2019
[Registrando em fotos as obras da Igreja Católica da Gleba A]

Geralmente a gente passa, olha um obra e da vontade de fotografar, foi exatamente isso que aconteceu neste sábado (9) e agora vamos esperar ela ficar pronta pra gente ter o antes e o depois.

A Igreja é a Matriz da Paróquia Senhora Sant’Ána, localizada na Gleba A em Camaçari (BA).

Segundo a Diocese de Camaçari a paróquia de  Senhora Sant’Ána é formada pelas seguintes comunidades: São Pedro (Gleba H); Santa Terezinha (Santo Antonio); Cristo Rei (Cristo Redentor); Nossa Senhora da Assunção (Santa Maria); Nossa Senhora do Perpetuo Socorro (Buri-Satuba); São João Batista (Jaraguá); Santo Antônio (Triangulo); São Mateus (Gravatá); Nossa Senhora da Conceição (Futurama I); Nossa Senhora Aparecida (Futurama II); Nossa Senhora das Graças ( Lama Preta).

Pela história Senhora Sant’Ana foi a avó de Jesus.

História da Padroeira: Os dados biográficos que sabemos sobre os pais de Maria foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa. Sant’Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão e seu marido, São Joaquim, pertenciam à família real de Davi. Seu marido, São Joaquim, homem pio fora censurado pelo sacerdote Ruben por não ter filhos. Mas Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência. Ali um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois Sant’Ana ficou grávida. A paciência e a resignação com que sofriam a esterilidade levaram-lhes ao prêmio de ter por filha aquela que havia de ser a Mãe de Jesus.

 

Eram residentes em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana; e aí, num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam, que em hebraico significa “Senhora da Luz”, passado para o latim como Maria.

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